“Ninho de Víboras” no Periferias

“Quando estreei a peça “Tudo e Nadas” fiquei com a sensação de que um dia mais tarde voltaria a (re)visitá-la. Tal nunca chegou a acontecer até agora, passados cinco anos.

“Tudo e Nadas” resultou de um processo de criação conjunto com a Maria Radich e a Catarina Ascenção que se desdobrou em diversas apresentações prévias e de excertos (“por aqui e por ali” no Porto ou“Zona de Rebentação” em Aveiro, Lisboa e Torres Vedras) e nas próprias apresentações públicas da peça em Almada e na Moita. Na altura questionava-me sobre a construção identitária de uma obra artística e estabelecia a relação com a própria construção identitária do artista que lhe dá vida. O verdadeiro artista…

Hoje sei que “Tudo e Nadas” nunca chegou a ter uma identidade verdadeira, mas acompanhou-me naquele momento. Razão suficiente para juntar os pedaços de tudo e dos nadas do passado, acrescentar o manifesto do presente e ensaiar uma nova obra.

Por tudo isto, “Tudo e Nadas. E agora nada.” é,sem sombra de dúvida, uma viagem ao percurso de uma mulher artista”.

 

Maria João Garcia, sobre “Tudo e Nadas.E agora nada”.

(+ info.)

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